Além do Festival de Dança de Joinville, a cidade tem atrações culturais fascinantes, muita história e gastronomia deliciosa com base na tradição germânica..

Joinville não é uma cidade qualquer. Apontada como a 2ª melhor cidade do Brasil para se viver, de acordo com pesquisa da IstoÉ, a maior metrópole de Santa Catarina tem mil e um encantos e apelidos que descrevem as principais características do local: “Cidade dos Príncipes, “Cidade das Flores”, “Cidade das bicicletas” e principalmente “Cidade da Dança”.

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A dança é sagrada para os apaixonados pela prática e Joinville é uma espécie de meca para eles. A cidade catarinense é conhecida mundialmente por sediar o Festival de Dança de Joinville, o maior festival de dança do planeta. Além disso, é a única cidade do mundo fora da Rússia a ter uma escola do Teatro Bolshoi.

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Como se não fosse o bastante, a metrópole tem atrações culturais fascinantes, muita história e gastronomia deliciosa com base na tradição germânica. Neste ano, o festival aconteceu do dia 18 a 29 de julho. Convidados pela Secretaria de Turismo, o Mochilando acompanhou a abertura e ainda conheceu os principais pontos turísticos da cidade. Confira o que você não pode deixar de fazer por lá, entre uma apresentação e outra do Festival, ou quando estiver na cidade:

Festival de Dança de Joinville

Joinville respira dança durante 10 dias do mês de julho. A 35ª edição do Festival aconteceu no Centreventos Cau Hansen e começou com o mesmo primor da abertura das Olimpíadas, já que foi produzida pela Companhia de Dança Deborah Colker (a mesma responsável pelos Jogos de 2016).

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Ingresso garantido para o festival 😉

Cerca de 200.000 pessoas visitam a cidade nesta época e os hotéis chegam a 97% de suas capacidades. Além das apresentações fantásticas, o público também merece um dos destaques do festival: a vibração, aplausos, e paixão pela dança arrepiam ainda mais quem ocupa os lugares da platéia.

Entre uma apresentação e outra, vale a pena conhecer o que Joinville tem de bom em termos de turismo: museus, passeios e gastronomia excelente.

O que fazer na cidade:

Visita a Escola do Teatro Bolshoi

A única escola do Teatro Bolshoi do mundo fora da Rússia, atualmente ela oferece formação gratuita a 228 alunos, todos bolsistas com fins sociais e idade entre 9 e 17 anos. É possível fazer uma visita à escola por R$ 10,00. Em julho os alunos estão de férias, mas ficam os que vão participar da apresentação no Festival de Dança de Joinville. O Ballet Bolshoi é muito importante para o reconhecimento de Joinville como a Capital da Dança.

Mirante de Joinville ou Mirante do Morro da Boa Vista

Localizado no Morro da Boa Vista – um dos pontos mais altos de Joinville, o mirante tem vistas panorâmicas da cidade. É possível analisar toda a geografia da cidade: da área central, ao verde da Serra do mar e a Baía da Babitonga. Além disso, os visitantes podem passear pela trilha ecológica suspensa que rodeia a estrutura do mirante. É uma parada indispensável na cidade.

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Mirante de Joinville

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Vista linda do Mirante de Joinville

Rua das Palmeiras e Museu Nacional da Imigração e Colonização

O principal cartão postal de Joinville, a Rua das Palmeiras é uma visita obrigatória para quem está na cidade. Logo ao lado, o Museu da Imigração e Colonização Europeia, projetado em 1870 para servir a Colônia da Dona Francisca, abriga um acervo de móveis e utensílios do período da colonização europeia.

Visita Estrada Bonita – Propriedade Ango Kersten

Visitar a área rural de Joinville é um passeio muito gostoso. A poucos minutos da cidade, chácaras, sítios e fazendas começam a tomar conta do cenário e o clima de interior surge em um espaço curto de tempo de distância. Desde 1980, a família de Ango Kersten recebe visitantes para fazer passeios típicos da região rural e se deliciar com as comidas produzidas no local, como pães, geleias caseiras, bolos e melado tradicional.
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Propriedades da família Ango Kersten

Passeio no Barco Príncipe

De um lado a Zona Rural, de outro a maior baía navegável de Santa Catarina: a Baía da Babitonga. De lá sai o passeio com o Barco Príncipe, que leva turistas em um tour com duração de meio dia até a cidade de São Francisco do Sul. Durante a travessia, as paisagens são lindas e o almoço (incluso no passeio – sem bebidas e sobremesa) vale muito a pena, além das atrações de entretenimento a bordo.

São Francisco do Sul

Uma das cidades mais antigas do Brasil, São Francisco do Sul é a parada principal do passeio do barco Príncipe. Porém, ela é acessível de carro também. Vale muito a pena a parada para quem tem mais tempo pela cidade, já que os 150 prédios do centro histórico formam um dos maiores conjuntos arquitetônicos brasileiros tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional. Passear a pé por lá é uma delicia.
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Pelas ruas de São Francisco do Sul

Instituto Juarez Machado

A casa do artista plástico Juarez Machado, renomado internacionalmente, foi transformada em um centro de cultura, pesquisa e conhecimento da arte. O local abriga diversas exposições e atividades temporárias e permanentes.

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Instituto Juarez Machado

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Exposições no Instituto Juarez Machado

Onde comer em Joinville:

Hotel Holz

O Café Colonial do Hotel Holz é um dos mais tradicionais da cidade. Servido diariamente a partir das 16h, custa R$ 40 por pessoa. O “brunch” tem tudo o que você imaginar, com delicias feitas para um dos cafés da tarde mais saborosos e cheios de opções da cidade.

Alles Picanha

Pratos alemães, picanha na chapa, e diversas opções em um restaurante por quilo bem gostoso da cidade. Vale a pena um almoço por lá.
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Restaurante Fornão Galeteria

Um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, com 30 anos de história, recentemente o Restaurante Fornão abriu uma nova sede especializada em galeto. Outra opção é conhecer o restaurante do centro da cidade, com foco em massas e pizzas.

Restaurante e Petisqueria Polinésia

O rodízio de peixe do Restaurante Polinésia é um dos grandes fortes da casa. Recomendamos muito um almoço ou jantar por lá.
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Restaurante Polinésia

Pizza na Pedra

O ambiente do restaurante Pizza na Pedra é simples, mas a pizza é bem gostosa. Uma boa para jantares práticos e despretensiosos.
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Deliciosa Pizza na Pedra

Empadas Jerke

A pronuncia é ‘Ierke’, mas não importa como se fala o nome da empada: ela é uma das mais gostosas possíveis, feita com massa folhada. Vale muito a pena a parada para provar as Empadas Jerke.
festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Empadas do Jerke

festival de dança de joinville Foto: Bruno Tavares

Empada de camarão, azeitona e palmito

Poial Tropeiro

Ir ao sul e não comer um belo churrasco tradicional é um desperdício e tanto. Uma boa opção é almoçar ou jantar no restaurante Poial Tropeiro para um rodízio delicioso.

Já foi ao Festival de Dança de Joinville e tem dicas da cidade também? Comente aqui!